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“Perdoem, mas não esqueçam”

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Cidade do Cabo, África do Sul:, 11 de fevereiro de 1990: Nelson Mandela saindo da prisão ao lado da mulher, Winnie. ©Louise Gubb / The Image Works

Hoje é o Dia dos Direitos Humanos na África do Sul, data em que o país relembra uma das tragédias dos tempos sombrios do Apartheid: em 21 de março de 1960, 69 pessoas foram assassinadas num conflito entre a polícia (de maioria branca) e a população (de maioria negra).

O episódio ficou marcado como o Massacre de Sharpeville, nome da township (ou comunidade) dentro da qual a tragédia ocorreu.

A foto histórica que ilustra esse post mostra Nelson Mandela saindo da prisão depois de 27 anos. Mandela, ou Madiba como é conhecido por lá, se tornaria presidente da África do Sul em 1994 e ajudaria a criar uma das constituições mais modernas do mundo.

Atualmente, a África do Sul é chamada de nação arco-íris por acolher todos os povos, etnias e culturas, vindas das mais diversas partes do mundo.

Nas palavras de Mandela: “Perdoem, mas não esqueçam”.

10 pensamentos sobre ““Perdoem, mas não esqueçam”

  1. Milly, algo que tem e não tem a ver com esse post. Você sabe que o Eduardo Guimarães foi praticamente sequestrado pela Polícia Federal, estando incomunicável, seu suposto crime: revelou a “condução coercitiva” de Lula, ordenada pelo Duce, ou o Fuehrer, de Curitiba. Os cães amestrados do governador de São Paulo invadiram a sua residência e “conduziram-no coercitivamente” e, como disse, encontra-se incomunicável. Em 64, as pessoas “desapareciam”, os milicos não eram tão sofisticados como os atuais fascistas de plantão…

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  2. Desculpe-me Milly, mas já que tocou num ponto sensível, tocarei em outro, mais embaixo, mais doloroso e que seu grande ídolo o Noam Chomsky emudece vergonhosamente: a questão palestina.
    A questão palestina também não é apartheid?
    As prisões arbitrárias, inclusive de crianças (http://jornalggn.com.br/noticia/na-palestina-o-caso-das-criancas-presas-pelo-governo-israelense), o desemprego, as revistas humilhantes, os fechamentos de acesso ao trabalho, os muros.
    Talvez Israel esteja pensando em cobrir a Palestina e por Zyklon, quem sabe?
    Quando, Milly,, tocará nesta ferida horrorosa?

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    • Oi, Eugenio. É Apartheid sim. Chomsky não se cala sobre isso: tem livros e palestras, já foi algumas vezes a Palestina, já viveu em Kibutz (ele é judeu). Basta dar um Google e você encontrará farto material. Eu aprendi muito sobre o tema Israel/Palestina lendo justamente Chomsky. O livro mais recente dele se chama “On Palestine”. É muito elucidativo. Aqui mesmo no blog eu tenho textos a respeito dos crimes de Israel relacionados a Palestina. Depois me diz o que achou. Obrigada pela visita.
      Beijo

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